top of page

Agente Stone - Review

Foto do escritor: Take Pop
Take Pop
12 de ago. de 2023
2 min de leitura

Narrativa


"Agente Stone" segue uma estrutura familiar de filme de ação com uma agente especial lutando contra uma ameaça global e uma corporação antagonista. A trama gira em torno de Stone, interpretada por Gal Gadot, que faz parte da organização secreta "A Carta", conhecida por suas habilidades de hackeamento e pela arma poderosa "O Coração", capaz de acessar informações globais. Conforme a história avança, os antagonistas entram em cena, buscando roubar essa tecnologia para realizar suas vinganças e possivelmente tentar dominar o mundo.

A Crítica e o Grande Público

É interessante observar que "Agente Stone" recebeu críticas negativas da crítica, resultando em um baixo índice de aprovação de 31% no Rotten Tomatoes. No entanto, a audiência parece ter apreciado mais o filme, com uma aprovação de 62%. Isso sugere que, apesar da produção ser considerada genérica pela crítica, o filme conseguiu alcançar seu objetivo principal de entreter o público com cenas de ação, explosões e elementos visuais atraentes.


Crítica por Ju Ryan

CEO e redator da coluna

"Agente Stone" exemplifica que, em certos casos, um filme pode cumprir sua proposta sem necessariamente inovar ou se afastar de sua natureza. A produção tem como único objetivo encantar o público com sequências de ação repletas de explosões, lutas coreografadas e escolhas ousadas feitas pela protagonista. Gal Gadot traz à cena sua performance cativante, moldada por papéis semelhantes em filmes como "Mulher Maravilha", "Alerta Vermelho" e "Velozes e Furiosos".

Embora as decisões da personagem possam ser previsíveis, é a profundidade emocional que realmente se destaca. Contudo, devido a um possível desenvolvimento insuficiente, certos aspectos do filme acabam sendo ignorados.

A obra é notavelmente direcionada a um objetivo claro, ainda que sua execução possa não ser tão refinada. Uma mensagem subjacente é a ideia de que mesmo a mais poderosa das máquinas não pode substituir a singularidade humana, caracterizada por emoção, criatividade e vitalidade. Essa ideia é salpicada ao longo da trama, embora algumas pontas soltas deixem um desejo por mais exploração, sem que isso prejudique o desenrolar da história.

Vale a pena destacar a competente direção de arte, que encanta visualmente, e a marcante direção sonora, que se alinha bem com o gênero.

Estrelas: 3/5



Por: Ju Ryan

 
 
 

Comentários


bottom of page